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15 “ações” que podem ser entendidas como assedio moral continuo.

01 – Ignorar a presença do profissional nas dependências da empresa, inclusive evitar falar com o mesmo e ou só falar com outras pessoas a pedido do ignorado;
02 – Sonegar ou negar todos os tipos de informações necessárias para os andamentos dos trabalhos, ou ainda sobrecarregar o profissional com trabalhos que não tenham as informações necessárias para a sua execução;
03 – Isoladamente ou diante dos colegas de trabalho chamar continuamente o profissional de incompetente e até forçando outros colaboradores a entenderem que o determinado profissional é um incompetente, mesmo...;
04 – Forçar situações desmoralizando aos gritos e berros para que todos na empresa saibam que tudo que o profissional faz está errado e ou que seu péssimo trabalho não interessa para a empresa;
05 – Criar atritos e hostilizar o profissional como forma de desqualificação ao trabalho realizado, ou ainda, premiar alguns colegas de trabalhos novatos e com menos experiência, deixando de premiar o profissional como forma de punição;
06 – Impedir de todas as formas desviando ou retirando materiais necessários para a execução de uma ou várias tarefas e, por conseguinte desviar constantemente o profissional de sua função contratada; 
07 – Deixar de comunicar, avisar ou informar (em reunião ou quadros de avisos) impondo horários de trabalhos fora da jornada habitual e ou trocar o turno;
08 – Solicitar para pessoas ou mandar executar tarefas abaixo de seu nível profissional provocando constrangimento e ou executar tarefas acima de seu conhecimento e prática;
09 – Formar grupos de colaboradores que promovam e persigam o profissional diária e constantemente;
10 – Montar e ou organizar grupos que promovam ambientes de alta competitividade, porém com baixa estabilidade, gerando pressões, stress e desmotivação;
11 – Promover entre os colegas de trabalho que o profissional está com problemas psicológicos, divulgando rumores e ou boatos sobre a sua moral e conduta;
12 – Pressionar os colegas de trabalho e ou sugerir que o profissional deva pedir demissão, sendo que o mesmo está em perfeitas condições de trabalho;
13 – Colocar ou expor o profissional em uma sala ou ambientes onde todos possam observar o seu trabalho e desta forma causar desmotivação e ou pressão de vigilância;
14 – Conversar baixinho para que o profissional não escute rir e ou direcionar a certa distancia gestos para se criar constrangimento;
15 – Desqualificar o profissional fazendo constantes transferências de locais de trabalho, impondo custos de locomoções, sentimentos de inutilidade, baixa produtividade, agressões psicológicas, sono e vontade de pedir demissão.

*ASSÉDIO MORAL CONTINUO - exposição do profissional a situações constrangedoras e humilhantes de forma constante, repetitiva e prolongada durante o expediente.

GEMIR CASSAN – Consultoria de Gestão -

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